terça-feira, 25 de agosto de 2015
domingo, 23 de agosto de 2015
sábado, 22 de agosto de 2015
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Liderando a distância cada vez mais uma tendência
Uma tendência mundial, as reuniões à distância, antes restritas a poucos executivos ou a um público específico como os jovens em salas de bate-papo e MSN, são utilizadas com maior freqüência por empresas pela necessidade de retorno rápido e informações. Atualmente, a busca por melhores resultados levam a redução de custos operacionais, assim como a otimização de tempo. Isso faz com que a tecnologia digital passe a ser um investimento estratégico nas organizações.
Uma equipe virtual é um grupo de pessoas que trabalha de forma interdependente com um propósito comum e sem fronteiras espaciais e temporais. A distância não elimina a constante interação entre todos. Dessa forma, as organizações tendem a aproveitar toda tecnologia disponível para alcançarem seus objetivos e estarem, simultaneamente, em todos os lugares importantes visando a ampliação de suas possibilidades de negócios.
Paulatinamente, a comunicação virtual passou a ser utilizada por líderes que precisam otimizar seu tempo e se comunicar com seus liderados de diferentes lugares, vários vezes ao dia e, em muitos casos, ao mesmo tempo. Isso tem se tornado um fator fundamental, um diferencial ao considerarmos a velocidade das informações, a concorrência cada vez mais acirrada e a urgência na tomada de decisões. On line é possível melhorar o uso do pouco tempo disponível, sem maiores problemas com barreiras espaciais, por exemplo.
Contudo, o líder virtual, aquele que lidera à distância, tem de estar atento para diversos aspectos como a definição de metas claras e o local em que serão realizadas as tarefas de modo que a equipe consiga realizá-las sem maiores dificuldades. Apesar de a liderança ser virtual, quem a exerce precisa buscar, sempre que possível, ter reuniões presenciais. O contato humano poderá ser suplementado pelo meio virtual, mas jamais substituído. Afinal, o computador não tem carisma. E-mail não sorri e nem tem brilho nos olhos. A motivação deve ser uma preocupação constante.
Responder cada e-mail ou solicitação, pela Internet ou por telefone, o mais rápido possível, e estar sempre à disposição da equipe é de fundamental importância. Assim, a equipe pode perceber a presença do líder, mesmo à distância, supervisionando e avaliando cada tarefa realizada e dando retorno imediato.
Uma vez que pessoas lideradas virtualmente estão sob pouca ou nenhuma supervisão direta, esse cenário requer que possuam características pessoais chamadas “competências virtuais”. Entre elas estão: o conhecimento da tarefa a ser executada, iniciativa, capacidade de decisão, responsabilidade, conhecimento das ferramentas de comunicação a serem usadas, além de auto-motivação e autonomia para decidir.
Bons líderes virtuais lêem muito. Além de ler, procuram ter tempo para administrar a relação com sua equipe e ainda reler suas correspondências antes de enviá-las. Assim, evitam que erros de português e/ou mensagens com possíveis erros gerem interpretação inadequada.
Nesse contexto, de dinamização do tempo e diminuição dos custos, é vital para as organizações descobrirem seus líderes, virtuais ou não, já que sempre há pessoas exercendo a liderança em determinados assuntos, mesmo que seja uma happy hour no fim da semana.
Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante e escritora, com centenas de artigos publicados. Autora dos livros: “A Arte de Liderar” – Vivenciando mudanças num mundo globalizado, “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo”, “E agora, Lívia? – Desafios da liderança” e de “E agora, Alex? Liderança, talentos, resultados”. Co-autora dos livros “Ser + com T&D” e “Ser + com palestrantes campeões”.
Site: www.soniajordao.com.br
E-mail: contato@soniajordao.com.br
Twitter: http://www.twitter.com/soniajordao
Google+: http://www.google.com/+SoniaJordao
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Liderando equipes virtualmente
No mundo atual, a tecnologia e a globalização abriram espaço para o surgimento de um novo tipo de equipe: a virtual. Essas estão sendo utilizadas cada vez com maior freqüência tendo em vista a necessidade de informações e respostas mais rápidas, as fusões e as pressões por diminuição de preços e prazos.
Uma equipe virtual é um grupo de pessoas que trabalham interdependentemente com um propósito comum, através de fronteiras espaciais e temporais.
Uma vez que as pessoas que são comandadas virtualmente estarão sob pouca ou nenhuma supervisão imediata, precisam ter algumas características pessoais que podem ser chamadas de “competências virtuais”. Entre elas estão: conhecimento da tarefa a ser executada, habilidades e alguma experiência para desenvolver o trabalho a que se propõe, iniciativa, capacidade de decisão, responsabilidade, conhecimento das ferramentas de comunicação a serem usadas, auto-motivação e autonomia para decidir.
O líder virtual precisa atentar para diversos aspectos, como a existência de metas bem definidas e o local em que serão realizadas as tarefas de modo a que o trabalhador consiga executá-las suas tarefas sem maiores dificuldades. Apesar de a liderança ser virtual, quem a exerce precisa buscar, sempre que possível, realizar reuniões presenciais. O contato humano poderá ser suplementado pelo meio virtual, mas nunca substituído. Vale lembrar que computador não tem carisma, e-mail não sorri e nem tem brilho nos olhos.
Buscar também responder cada e-mail ou solicitação, pela internet ou por telefone, o mais rápido possível, e estar sempre à disposição da equipe, é de fundamental importância. Assim, os integrantes da equipe podem perceber sua presença, mesmo à distância, olhando e avaliando cada tarefa deles e dando retorno imediato.
Deve-se procurar mostrar para os colaboradores a importância de se usar ferramentas de comunicação de menor custo, tais como a internet. Todos precisam sentir que se a organização não for lucrativa, todos sairão perdendo.
Os líderes precisam ler muito, ter tempo para administrar a relação com sua equipe e sempre procurar reler suas correspondências antes de enviá-las, para evitar que erros de português e/ou mensagens mal escritas tenham interpretação diferente da desejada.
A possibilidade de criação de grupos virtuais passou a desempenhar um papel importante até mesmo na educação, abrindo novas possibilidades com o ensino à distância.
Muitas vezes, lidera-se um grupo onde nem se conhece a grande maioria. É o caso das comunidades virtuais. E, nesse contexto, sempre temos uma ou mais pessoas que lideram determinados assuntos, mesmo que seja uma festa ou um chope.
Texto do livro A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado.
Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante e escritora, com centenas de artigos publicados. Autora dos livros: “A Arte de Liderar” – Vivenciando mudanças num mundo globalizado, “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo”, “E agora, Lívia? – Desafios da liderança” e de “E agora, Alex? Liderança, talentos, resultados”. Co-autora dos livros “Ser + com T&D” e “Ser + com palestrantes campeões”.
Site: www.soniajordao.com.br
E-mail: contato@soniajordao.com.br
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terça-feira, 18 de agosto de 2015
Liderando em tempos de mudança
A tarefa dos líderes de hoje é simples e difícil: precisam encontrar as melhores pessoas que puderem, motivá-las para que façam o trabalho da forma mais bem feita possível e à maneira delas próprias. Isso supõe dar poderes limitados para as pessoas. Precisamos nos esforçar para melhorar nossa flexibilidade, velocidade e qualidade e ainda priorizar o que permanece como uma das medidas mais importantes: a produtividade.
Ora, liderança diz respeito à mudança, à condução de uma organização ou de um grupo de pessoas. Um líder é alguém capaz de tirar um grupo de onde ele está e levá-lo aonde deveria estar. Ele ajuda as pessoas a entenderem os porquês e o que devem fazer para chegar à liderança.
Por isso, tanto os profissionais de cargos de chefia quanto seus colaboradores precisam saber tomar decisões, pois nem sempre haverá um superior por perto, em momentos de deliberação. Muitas vezes, liderança não é uma das escolhas a se fazer. É a única opção. Geralmente em tempos de crise, quando existe algum risco, precisamos assumir o que chamam de nossas responsabilidades, precisamos ser ágeis, capazes de comunicar e antecipar os acontecimentos. Crises têm sido uma constante em todos os âmbitos, por isso não é bom que sejam vistas como catástrofes; mais adequado seria que as considerássemos como um momento de crescimento.
Um notório professor de Recursos Humanos, José Agulhô, ao falar de nossa capacidade de liderar nos apresentou o seguinte conceito: “(...) temos que aprender a nos conhecer, a gerir nossos atos, aprender a gerir-se primeiro”. Esse talvez seja o maior desafio do líder em tempos de mudanças: conseguir gerir-se e ajudar seus colaboradores a fazerem o mesmo.
Os líderes de amanhã precisarão gerenciar o presente, esquecer as coisas do passado de maneira seletiva e procurar ter combustível suficiente para o futuro.
O negócio atual precisa ser protegido e a organização deverá ser conduzida para um mundo totalmente novo. É importante entender que nestes tempos de turbulência o conhecimento tem prazo de validade cada vez menor. E como disse Alvin Toffler: “Cabe aos gestores identificar quais necessidades precisam ser tratadas primeiramente”.
Antigamente, existia o modelo de gerenciamento através do modo “comando e controle” de dirigir uma organização. “Comando e controle”, baseado na mentalidade militar, eram apropriados até os anos 80, num clima social diferente e num ambiente empresarial estável. Ora, essa estabilidade acabou e o que existe é um ritmo frenético de mudança. No seu lugar surgiram novos valores como auto-estima e responsabilidade individual.
Os líderes de hoje terão que destruir as barreiras erguidas pelas lideranças passadas e construir pontes. Devem implantar um novo estilo de gestão, voltado para ajudar os colaboradores a realizarem o que são capazes de fazer, criando um ambiente propício à discussão, assegurando a liberação da capacidade criativa, formulando uma visão para o futuro, encorajando, emocionando, treinando, ensinando, facilitando, cultuando o desprendimento e a diversidade, admirando e respeitando as diferenças, e aproveitando as peculiaridades para obter as melhores ações, intenções e soluções.
Embora muita coisa tenha mudado, a necessidade de bons líderes permanece constante. Apenas através de uma liderança excepcional conseguiremos conquistar os níveis de esforço e comprometimento necessários para competir na economia mundial. Os líderes que tiverem sucesso nessa difícil transformação se descobrirão em novos papéis que são muito mais recompensadores, tanto pessoal quanto profissionalmente.
“Enquanto os vencedores comemoram, os perdedores se justificam” (Roberto Shinyashiki).
Extraído do livro: A Arte de Liderar - Vivenciando Mudanças num mundo globalizado.
Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante e escritora, com centenas de artigos publicados. Autora dos livros: “A Arte de Liderar” – Vivenciando mudanças num mundo globalizado, “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo”, “E agora, Lívia? – Desafios da liderança” e de “E agora, Alex? Liderança, talentos, resultados”. Co-autora dos livros “Ser + com T & D” e “Ser + com palestrantes campeões”.
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