O maior desafio do ser humano...

O maior desafio do ser humano: a melhoria contínua!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Sorteio de livro

Participe do sorteio de livros do meu portal.
Envie o seu depoimento e se ele for divulgado no portal você participará do sorteio de um livro autografado por mim e entregue em sua casa.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Ética no dia a dia das empresas

Por Sonia Jordão

A ética está relacionada à conduta humana em sociedade. Trata-se de um conjunto de valores e regras sociais que regem o nosso comportamento, determinando se ele é aceitável ou não.

Será que você é uma pessoa ética? Pense nas situações abaixo e procure refletir sobre o seu comportamento em cada uma delas.

Para subir no emprego, você apresenta ao chefe a ideia de outra pessoa?
Nessa situação, você está se apropriando da ideia de outrem. Imagine-se na posição daquele que tem a ideia roubada: você certamente ficaria muito indignado e não é para menos. Afinal, alguém, em quem se confiava, traiu sua confiança e receberá as glórias indevidamente.

Você ocupa o cargo de chefia em uma empresa e usa de tal situação para obter vantagens de outras empresas ou de seus subordinados?
​Cuidado! Se você tem tal atitude certamente está cometendo abuso de poder. E dependendo da forma que tenta obter vantagem, pode até ser acusado de assédio.

Você trocou de emprego ou foi demitido e começa a falar mal da instituição e do seu chefe?
É... Enquanto você trabalhava na empresa ela atendia as suas necessidades, agora que já não faz mais parte da equipe começa a falar mal do lugar. Há um velho ditado que reflete bem essa situação: “cuspir no prato que comeu”. Procure guardar para si as opiniões negativas do antigo emprego ou chefe e procure se lembrar das coisas boas que eles lhe garantiram. Pense que se você chegar ao novo emprego falando coisas horríveis do antigo, as pessoas da nova organização desconfiarão de você, pois poderão se perguntar se você não falará mal deles também.

Você tem o hábito de falar mentiras?
A mentira ofusca a realidade de quem você realmente é. E não pense que as pessoas nunca descobrirão suas inverdades. Dizem que mentira tem pernas curtas. O que sabemos é que, para encobrir uma mentira podemos precisar de muitas outras. E, se a mentira prejudicar alguém, mais antiético será.

Você costuma participar de fofocas?
​Muitas vezes ouvimos algo e contamos para outras pessoas. O detalhe é que, na maioria das vezes, o que falamos é diferente do que ouvimos. Se quem nos ouviu conta para mais alguém, a distorção vai aumentando. Quando o fato não é uma verdade isso pode criar um grande problema. Portanto, antes de dizer alguma coisa, é preciso ter certeza de que é verdade. Também não é bom falarmos mal das pessoas. Isso não leva a nada e certamente prejudicará alguém.

Você assume seus erros?
Quando alguém assume que errou está se dando a chance de acertar numa próxima vez, já que, geralmente, aprendemos com nossos erros. Claro que não podemos gastar mais a borracha que o lápis, errar mais que acertar, mas podemos encarar o erro como uma oportunidade de aprendizagem. É um grande problema quando não assumimos nossos erros. Às vezes, até deixamos que outra pessoa seja repreendida indevidamente. Isso também é antiético.

Outras atitudes antiéticas que devem ser evitadas:
Pegar atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
Quando viajar a serviço pela empresa, pedir nota de refeição maior do que a real.
Levar da empresa onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo.
Comercializar os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
Faltar ao trabalho dizendo estar doente, sem estar.
Mentir para o cliente sobre um prazo de entrega que sabe que não pode cumprir.
Agir corretamente leva a uma carreira longa, respeitada e sólida. Ser ético pode fazer a diferença entre o seu sucesso e o seu fracasso. Entenda que agir eticamente vai muito além de não roubar ou não fraudar a organização. Nos negócios, a ética passa pelo respeito aos clientes, aos colegas e aos seus líderes. Errar é humano, mas falhas éticas destroem carreiras e organizações.

Empresas não são apenas entidades jurídicas, são formadas por pessoas e só existem por causa delas. As empresas precisam de profissionais que entendem o valor de suas atitudes e procuram se comportar adequadamente. Tenho observado que comportamento vale muito mais que desempenho na hora de ser promovido, conseguir melhores resultados ou até no momento de ser demitido. Agir eticamente é uma decisão pessoal.

Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora. Autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e dos livros de bolso “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo” e “E agora, Lívia? – Desafios da liderança”.

Portal: www.soniajordao.com.br

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Avaliando o desempenho dos colaboradores

Por Sonia Jordão

É natural que as organizações estejam constantemente preocupadas com o desempenho de seus funcionários, e é por isso que a avaliação de desempenho não perde lugar dentro das empresas. Cada vez mais é preciso agregar valor à organização e isso se consegue melhorando as pessoas que nela trabalham.

A avaliação do desempenho é uma averiguação de como as pessoas estão atuando em suas atividades. É uma medição do sucesso obtido em relação aos critérios, metas, resultados e do potencial de desenvolvimento que foram alcançados. É um processo que ajuda a julgar, principalmente, a contribuição de uma pessoa para o negócio da organização. Trata-se de um processo dinâmico, um meio de resolver problemas de desempenho e melhorar a qualidade do trabalho dentro da organização.

As pessoas querem e precisam saber como são vistos por seus líderes. Os principais motivos para avaliar o desempenho dos colaboradores são:

  • realizar um julgamento para fundamentar aumentos salariais, promoções, transferências e até demissões;
  • conduzir e aconselhar subordinados a respeito de seu desempenho;
  • comunicar aos colaboradores como eles estão indo em seu trabalho, sugerindo, se for o caso, algumas mudanças.
A melhor forma de construir ou desenvolver a equipe é através da avaliação de desempenho. Para que uma avaliação proporcione benefícios para a organização e para as pessoas envolvidas, é preciso:

  • tratar não somente do desempenho dentro da função que exerce, como também do comportamento do indivíduo e do alcance de metas e objetivos;
  • enfatizar o indivíduo no cargo e não a impressão a respeito de seus hábitos pessoais;
  • que avaliador e avaliado estejam de acordo com a avaliação;
  • e que seja utilizada para melhorar a produtividade do indivíduo dentro da organização.
A avaliação do desempenho tem como benefícios principais:

  • fornecer para a organização dados sobre o desempenho organizacional e melhorar a comunicação, o desempenho e a motivação dos profissionais;
  • fornecer ao avaliador um feedback sobre si mesmo;
  • fornecer ao avaliado uma oportunidade para discutir problemas e compreender o que precisa melhorar.
Entretanto, é preciso que a avaliação não seja somente para preencher algum formulário. Também não pode ser para punir ou recompensar alguém. É importante que o avaliador dê um feedback honesto e preciso, com críticas construtivas e elogios sinceros, sem jamais ser injusto e debochar do avaliado. O avaliador precisa saber ouvir e deixar que o avaliado se defenda das críticas e mostre o seu ponto de vista. É preciso avaliar levando-se em conta fatos reais e não com base em “achômetros”. E, finalmente, ao se avaliar, é preciso que esta seja uma oportunidade especial para se motivar as pessoas.

Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora. Autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e dos livros de bolso “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo” e “E agora, Lívia? – Desafios da liderança”.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Entendendo o que é turnover e como diminui-lo

Por Sonia Jordão

Na área dos Recursos Humanos utiliza-se muito o termo turnover, que é a rotatividade de pessoal de uma organização. É a relação entre a quantidade de admissões e demissões ou a taxa de substituição de trabalhadores antigos por novos. Enfim, é o fluxo de entradas e saídas de pessoas em uma organização.

Quando alguém deixa a empresa (desligamentos, demissões, aposentadorias, fim de contrato) deve ser compensado pela entrada (admissões) de um novo colaborador.

Para saber o percentual de turnover na sua organização, use a seguinte fórmula, com dados do último dia do mês:

(número de demissões + número de admissões)/2 X 100
número de funcionários ativos

Após conhecer o percentual de turnover, é bom entender os fatores que influenciam a rotatividade na organização. Principalmente se o número for acima do valor médio da categoria, onde a empresa estiver inserida. O turnover pode ocorrer por:

  • recrutamento e seleção com problemas;
  • baixo comprometimento organizacional;
  • problemas com clima organizacional;
  • suporte organizacional com problemas;
  • remuneração inadequada;
  • e mercado de trabalho aquecido.

Quando há desligamento da empresa, ele poder acontecer:

  • por iniciativa do funcionário – o funcionário decide encerrar a relação de trabalho com o empregador.
  • ou por iniciativa da organização – a organização decide demitir o funcionário.

Geralmente, o turnover é tido como um indicador da saúde organizacional e deve ser controlado para manter o capital intelectual da empresa e evitar grandes custos para a organização, tais como custos de recrutamento, custos de seleção, custos de treinamento e custos de desligamento.

Para diminuir o turnover na organização, é preciso ter um plano de ações. Este demonstra sua capacidade de planejar. Para se fazer um bom plano de ações, recomendo usar o 5W3H. Um método com cinco palavras começadas com W e três palavras iniciadas por H.

Este método usa uma série de perguntas que ajudará a organização na tomada de decisões, ações e na atribuição de responsabilidades. Em alguns casos não é necessário usar as oito palavras. Pode se usar somente algumas delas. Os 5W3H são os seguintes:

  • What – O que fazer (O que será feito? Quais as etapas?)
  1. Quais os resultados dessa atividade?
  2. Quais atividades são dependentes dessa?
  3. Quais atividades são necessárias para o início desta?
  4. Quais os insumos necessários?
  • How – Como fazer (Como deverá ser realizada cada tarefa/etapa? Qual o método?)
  1. Como essa atividade será executada?
  2. Como acompanhar o desenvolvimento dessa atividade?
  3. Como A, B e C vão interagir para executar essa atividade?
  • Why – Porque fazer (Justificativa para executar a tarefa.)
  1. Por que essa atividade é necessária?
  2. Por que essa atividade não pode fundir com outra atividade?
  3. Por que A, B e C foram escolhidos para executar essa atividade?
  • Who – Quem vai fazer (Quem realizará a tarefa? Defina os responsáveis.)
  1. Quem executará determinada atividade?
  2. Quem depende da execução dessa atividade?
  3. Essa atividade depende de quem para ser iniciada?
  • When – Quando fazer (Quando cada tarefa será executada? Qual o tempo necessário?)
  1. Quando será o início da atividade?
  2. Quando será o término?
  3. Quando serão as reuniões presenciais?
  • Where – Onde fazer (Onde cada etapa será executada?)
  1. Onde a atividade será executada?
  2. Onde serão feitas as reuniões presenciais da equipe?
  • How Much – Quanto custará fazer (valores, custos necessários, horas/homem)
  1. Quanto custará essa atividade?
  • How Many – Quanto em quantidade
  1. Quanto tempo está previsto para a atividade?
  2. Quantas pessoas estarão envolvidas?

Para facilitar a aplicação do 5W3H, é recomendado construir uma tabela com cada uma das questões citadas acima, questioná-las e anotar as decisões de cada questão. É importante saber que qualquer item que julgar desnecessário pode ser descartado.

Pergunte aos que sabem o porquê e com isso descubra o que fazer para evitar novas demissões. Cada ação tomada leva a resultados diferentes. À medida que for implementando, adequadamente, seu plano de ações, o turnover tende a diminuir.

Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora. Autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e dos livros de bolso “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo” e “E agora, Lívia? – Desafios da liderança”.


Sites: www.soniajordao.com.br
www.tecernegocios.com.br
www.umnovoprofissional.com.br
www.tecerlideranca.com.br
www.editoratecer.com.br.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Os 8S’s – uma extensão do Programa 5S’s

Por Sonia Jordão

O Programa 8S é uma extensão do Programa 5S, criada para aperfeiçoar e dar continuidade aos 5S’s. Trata-se de uma forma simples de combate ao desperdício, de conservação de recursos e de aumento de capital, aplicável a qualquer tipo de empresa ou instituição, independente do porte.

Os 8S’s têm como objetivos a mudança de hábitos e comportamentos, a partir da educação, qualificação e treinamento dos envolvidos no Programa. Sua principal característica é a não necessidade de investimentos tecnológicos e financeiros para colocá-lo em prática, sendo fundamental o comprometimento de todos.

A partir da necessidade de aperfeiçoar o Programa 5S, este ganhou mais três S’s (Shikari Yaro, Shido e Setsuyaku) e a ordem se sua implantação foi alterada. O Programa ficou, então, assim estruturado:

  • 1º S - Shikari Yaro – Senso de determinação e união - São precisos determinação, comprometimento e união de todos para que o Programa funcione continuamente. Nesse momento, a transparência na gestão da empresa ganha destaque.
  • 2º S - Shido – Senso de educação e treinamento – Todos precisam ser qualificados e receber treinamentos, sempre que necessário, para atingirem a competência adequada para realizar suas atividades.
  • 3º S - Seiri – Senso de Utilização - É preciso definir e separar o que é útil daquilo que é desnecessário.
  • 4º S - Seiton – Senso de Organização - Organizar e identificar os itens e espaços da empresa ou instituição.
  • 5º S - Seiso – Senso de Limpeza - É preciso limpar e preservar o ambiente.
  • 6º S - Seiketsu – Senso de Higiene ou saúde - É preciso manter a higiene, cuidar da saúde física, mental e emocional.
  • 7º S - Shitsuke – Senso de autodisciplina - A autodisciplina é fundamental para manter o Programa. Cuidar dos outros sensos e criar regras claras para que tudo continue da forma adequada.
  • 8º S - Setsuyaku – Senso de economia e combate ao desperdício – É o momento de conscientizar as pessoas da importância de economizar e combater o desperdício.

Com a implantação do Programa 8S’s, são esperados, entre outros, os seguintes benefícios:

  • Bem estar das pessoas.
  • Prevenção de acidentes.
  • Redução de estoques sobressalentes.
  • Redução de custos.
  • Melhoria da qualidade de produtos e serviços.
  • Aumento da produtividade da empresa.

Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora. Autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e dos livros de bolso “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo” e “E agora, Lívia? – Desafios da liderança”.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A importância das auditorias da qualidade e do Programa 5S’s

Por Sonia Jordão

Quando implantamos um Programa 5S’s ou de Gestão da Qualidade, visamos a melhoria do ambiente que nos cerca e a nossa qualidade de vida. Só que não basta implantar o Programa, é necessário mantê-lo. Para saber se este está realmente implantado e se as pessoas o praticam, nada melhor do que realizar uma auditoria.

A auditoria é um exame detalhado de uma série de condições que se almejou, a fim de verificar se essas condições foram atendidas. Essa auditoria pode ter diversos objetivos, entre eles:

• Verificar se algum ou todos os S’s foram implantados.
• Verificar se são praticadas as regras estabelecidas.
• Detectar se a norma está sendo seguida.
• Analisar se o que foi planejado está sendo cumprido.
• Verificar se os resultados planejados estão sendo alcançados.

A verificação ou análise do Programa é necessária para averiguar a sua eficácia. Essa verificação é conhecida, no espaço organizacional, como auditoria interna.

Nas empresas, a auditoria será realizada por uma equipe de auditores, devidamente treinados para essa tarefa. Pode-se, também, realizar uma auditoria informal, em que a direção, os gestores ou as pessoas-chaves circulam pelas áreas da organização, oferecendo apoio para melhorar a prática e difundir o Programa que está sendo implantado.

Antes de começar a auditoria propriamente dita, é preciso elaborar um programa da auditoria, um roteiro, e, se possível, uma lista de verificação para que os auditores se orientem durante o processo. Com a lista de verificação em mãos, os auditores entrevistarão os responsáveis pelos processos e outros colaboradores, examinarão registros, analisarão documentos e irão observar as atividades, tendo em vista os requisitos que precisam ser atendidos e as evidências desse atendimento. Quando se planeja bem, a auditoria os resultados tendem a ser melhores.

A auditoria precisa ser objetiva, com indicadores mensuráveis ou com informações confirmadas por mais de uma fonte. O tempo da auditoria depende do tamanho da organização a ser auditada. Em auditorias não se verifica tudo, já que é um processo de amostragem. Diferentemente de uma inspeção onde se verifica tudo. Portanto, ao se planejar a auditoria é bom programar o tempo previsto para se auditar cada local, setor ou processo.

Após a auditoria, o auditor apresenta ao grupo o que ele encontrou que precisa ser resolvido e/ou melhorado. Em um relatório é registrado o que foi visto, tanto as conformidades quanto as não conformidades, observações ou preocupações encontradas. Nesse relatório o auditor também registra alguma oportunidade de melhoria que ele julgar pertinente sugerir e os pontos fortes observados durante a auditoria. Um relatório bem preparado servirá como uma ferramenta para a implantação de ações corretivas, preventivas e de melhorias necessárias.

De posse do relatório a equipe, além de resolver os problemas detectados, é importante procurar analisar as causas dos problemas encontrados. Quando se descobre às causas fundamentais do problema é possível atuar nessas causas e evitar sua reincidência. Com isso, o problema não se repetirá mais.

À medida que a organização implanta o processo de auditorias, passa a crescer e melhorar continuamente. Melhora ao se preparar para receber a auditoria e após resolver os problemas e implementar as oportunidades de melhorias detectadas. Sem contar que durante a auditoria são detectados os problemas que precisam ser resolvidos. Após as primeiras auditorias, o normal é se resolver os problemas, e depois começar a melhorar o que já está bom. Assim, com a melhoria contínua, se consegue chegar a excelência.

Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora. Autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e dos livros de bolso “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo” e “E agora, Lívia? – Desafios da liderança”.

Sites: www.soniajordao.com.br,
www.tecernegocios.com.br,
www.umnovoprofissional.com.br,
www.tecerlideranca.com.br,
www.editoratecer.com.br.

E-mail: contato@soniajordao.com.br

Blog: http://soniajordao.blogspot.com

Siga-me no twitter: http://twitter.com/soniajordao

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O Programa 5S e os hábitos

Por Sonia Jordão

O Programa 5S’s é uma ferramenta da qualidade que visa à mudança de hábitos pessoais, em prol da melhoria do ambiente de trabalho e da saúde física e mental das pessoas. Para entender como o Programa funciona, é preciso, além de entender e vivenciar cada um dos seus cinco “S”, saber um pouco mais sobre o que são os hábitos.

É comum ouvirmos frases como “Fulano tem o hábito de...” ou “Isso é questão de hábito.”. Mas o que vem a ser, afinal, “hábito”? O termo “hábito”, do latim “habitus”, está associado ao comportamento que aprendemos e repetimos, sem que para isso tenhamos que pensar para realizá-lo. Ele é composto por nossos costumes, nossa maneira de viver, nos comportar e agir.

É graças ao hábito que não precisamos pensar toda vez que damos um passo para andar, pois ele faz com que determinadas ações sejam automáticas. Sem ele, teríamos sempre que aprender a falar, andar e trabalhar, por exemplo. Até mesmo nossas preferências alimentícias são questões de hábitos. A criança que durante a infância é incentivada pelos pais a comer verduras, legumes e frutas, será um adulto consumidor desses alimentos. Aquelas que não tiveram esse incentivo, dificilmente serão apreciadoras desses tipos de alimentos. É tudo uma questão de hábito.

E, se tudo é questão de hábito, como, então, os adquirimos? A criação de hábitos está associada a alguns fatores como a repetição, a atração, o interesse, a conformidade com a natureza, aos intervalos, a maturação e aos testes e erros.

A repetição é uma forma de treinamento, em que o maior ou menor grau de perfeição de um ato dependerá da frequência em que o praticamos. A repetição faz com uma ação persista e seja mais facilmente executada, tornando-se um hábito.

O fator da atenção é de extrema importância para a aquisição de um hábito. Além de repetirmos uma ação, temos que ter atenção para selecionar os movimentos que nos serão úteis, organizá-los e intensificar o nosso interesse.

O interesse será o nosso combustível para nos habituarmos mais rapidamente a uma situação ou ação. Motivação, desejo e ambição são fundamentais para que possamos adquirir os hábitos desejados.

A conformidade com a natureza garante que o hábito desejado esteja em acordo com as nossas exigências naturais. Podemos, por exemplo, ficar horas sem beber água, mas não conseguimos criar o hábito de viver sem água, pois ela é fundamental para mantermos uma boa saúde e qualidade de vida.

O fator dos intervalos determina que devemos realizar atividades com intervalos programados para melhor aprendermos ou adquirirmos um hábito. Para nos habituarmos a frequentar a academia, por exemplo, começamos com exercícios mais leves e com intervalos determinados entre uma atividade e outra. Só depois de nos habituarmos e melhorarmos o nosso condicionamento físico, é que os exercícios aumentam e o intervalo entre eles é modificado.

A tentativa e o erro são características que fazem parte de nossa vida desde que éramos bebê. É comum criarmos hipóteses e testá-las. O erro nos permitirá crescer, pois teremos que pensar em uma nova hipótese e testá-la novamente, até que ela esteja correta. Diante do acerto, vamos criando pequenos hábitos até que haja a fixação do hábito. Por exemplo, o recém-nascido não sabe falar, para conseguir o que deseja ele testa hipóteses até que o seu desejo seja atendido. O choro é uma dessas hipóteses que deu certo, já que diante dele há a presença de um adulto, geralmente a mãe ou o pai, que verifica a necessidade da criança.

O fator maturação é o tempo adequado para adquirir um hábito. Antes ou depois desse tempo é difícil que consigamos adquirir um novo hábito. Quando falamos que uma pessoa é “cabeça dura” ou que ela nunca muda é por causa desse tempo de maturação. Seus hábitos já estão enraizados, dificilmente ela os mudará ou irá adquirir novos.

Depois que adquirimos uma série de hábitos, eles podem ser enquadrados em algumas categorias. Temos os hábitos orgânicos, que garantem a nossa adaptação a novos ambientes; os hábitos motores, que estão relacionados a nossa personalidade, a nossa forma de agir, falar, andar e escrever, por exemplo, e até aos nossos tiques nervosos; e os hábitos mentais, determinam a nossa forma de pensar e de sentir, como os hábitos de agir com ética e de sempre cumprimentar um conhecido.

Bom, não se esqueça de algo importante: os hábitos podem ser mudados. Novas situações podem exigir novos hábitos e atitudes. Sem falar nos hábitos desagradáveis e prejudiciais que precisam ser mudados para que possamos ter um convívio melhor com as pessoas que nos cercam.

Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora. Autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e dos livros de bolso “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo” e “E agora, Lívia? – Desafios da liderança”.

Sites: www.soniajordao.com.br,
www.tecernegocios.com.br,
www.umnovoprofissional.com.br,
www.tecerlideranca.com.br,
www.editoratecer.com.br.

e-mail: contato@soniajordao.com.br

Blog: http://soniajordao.blogspot.com

Siga-me no twitter: http://twitter.com/soniajordao

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O 5º S dos 5S's - Senso de autodisciplina ou Shitsuke

Por Sonia Jordão

O Senso de Autodisciplina ou Shitsuke é o 5º S do Programa 5S’s. Esse senso indica o momento em que as pessoas se conscientizam da necessidade de buscar o auto-desenvolvimento e consolidar as melhorias alcançadas com a prática dos “4S” anteriores.

Para conquistar a ordem mantida é preciso exigir de cada pessoa uma autodisciplina constante, muita determinação para manter as conquistas das etapas anteriores e pontualidade nos compromissos assumidos. A ordem mantida é uma facilitadora para libertar a energia criativa e tem como objetivo levar à realização plena das coisas comuns.

Nessa etapa, é preciso cumprir rigorosamente com aquilo que foi estabelecido. Esse senso exige:

  • O comprometimento dos colaboradores.
  • A ética em primeiro lugar.
  • Ter educação, paciência e responsabilidade.
  • Respeito às normas e procedimentos.Melhoras na comunicação.
  • Delegação de responsabilidades e atribuição de autoridades.

Para começar a colocar em prática o 5º S:


  • Crie procedimentos claros e possíveis de serem cumpridos.
  • Seja claro e objetivo na comunicação.
  • Cumpra os horários marcados para cada compromisso.
  • Estabeleça sempre o porquê da execução de determinada tarefa.

Com o Senso de Autodisciplina implantado, é chegada a hora de verificar se nada ficou para trás:


  • Há algum material fora do lugar?
  • Há material bom perto de objetos inúteis?
  • Há excesso de material de expediente?
  • Os materiais/equipamentos estão organizados, identificados e limpos?
  • A apresentação do pessoal (uniforme/vestuário) demonstra asseio?
  • O relacionamento entre os colegas é bom?
  • Os EPI’s estão sendo usados?

Tudo verificado? Agora é manter o trabalho realizado até aqui e colher os benefícios do Senso de autodisciplina:


  • Melhoria contínua da empresas e pessoal.
  • Prevenção de perdas oriundas de processos não padronizados.
  • Melhoria da disciplina e da ética.
  • Melhor qualidade de vida.
  • Cultivo de bons hábitos.
  • Presença do trabalho em equipe, com método e maior segurança e qualidade.
  • Conscientização da responsabilidade em todas as tarefas.
  • Serviço dentro dos requisitos de qualidade.
  • Desenvolvimento pessoal.
Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora. Autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e dos livros de bolso “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo” e “E agora, Lívia? – Desafios da liderança”.

Sites: www.soniajordao.com.br,
www.tecernegocios.com.br,
www.umnovoprofissional.com.br,
www.tecerlideranca.com.br,
www.editoratecer.com.br.


e-mail: Blog: http://soniajordao.blogspot.com

Siga-me no twitter: http://twitter.com/soniajordao

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Curso: Interpretação da Norma ISO 9001


Data: 08 a 11 de agosto de 2011

Horário: 18:00 às 22:00 horas

Local: CINCO /SEDECON - Rua Haeckel Ben-Hur Salvador, 180 - Cinco - Contagem-MG

Valor:

R$ 200,00 por participante
R$ 180,00 empresas conveniadas ao Programa

Informações e Inscrições: proiso.sedecon@contagem.mg.gov.br